Fase 1 (mês 1–3): consolidar oferta carro-chefe
A maioria das clínicas tenta vender tudo. Quem escala escolhe um procedimento âncora de ticket alto (R$ 8k–R$ 40k), monta um plano de comunicação único pra ele e usa o resto do catálogo como complemento. O carro-chefe puxa o cliente; os complementos sobem o ticket.
Fase 2 (mês 4–9): instalar máquina comercial
SDR humano para qualificar lead. Closer pra fechar R1 e R2. Jornadas J1–J4 montadas. Agenda paga implementada. Script defendendo o ticket cheio. Métricas semanais lidas pelo sócio. Aqui se sai de R$ 200k pra R$ 500k.
Fase 3 (mês 10–18): tração e ascensão pra MRR
Ads em escala (R$ 30k–R$ 80k/mês), conteúdo do sócio operador puxando audiência orgânica, programa de fidelidade ativando manutenção recorrente, e estrutura de upsell pós-procedimento. Quando essas peças giram, a curva sai de R$ 500k pra R$ 1MM em 6–9 meses.
Os 4 erros que travam a escala
(1) Diversificar oferta cedo demais (perde foco no carro-chefe). (2) Contratar antes de instalar processo (time grande sem método queima caixa). (3) Não medir CAC por canal (decisão de mídia vira chute). (4) Sócio operador continuar em call de venda quando devia estar em estratégia.
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Aplique-se. A Pulso só aceita clínicas com fit operacional comprovado — vagas limitadas por mês.
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